Se queremos ser verdadeira família devemos imitar o exemplo da Sagrada Família, que dobraram os seus joelhos, se colocaram diante de Deus, do qual provém toda paternidade, e o adoraram.E então, adorando o Senhor, vamos carregando nossa cruz aqui na terra, sabendo que atrás de cada cruz Deus tem uma ressurreição escondida para nós. E peregrinos que somos, estrangeiros que somos, como a Sagrada Família exilada no Egito, vamos caminhando para a Pátria, a casa do Pai, que Jesus preparou para nós.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus - Ano B
ANO B
SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS
Dia Mundial da Paz
Tema da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes.
Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu “sim” ao projecto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI propôs aos homens de boa vontade que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo.
Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama, que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.
As leituras que hoje nos são propostas exploram, portanto, estas diversas coordenadas. Elas evocam esta multiplicidade de temas e de celebrações.
Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada e recorda-se que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, a liturgia evoca, outra vez, o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe “abbá” (“papá”).
O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que se tornou realidade plena no nosso mundo através de Jesus) provoca alegria e felicidade naqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os marginalizados. Convida-nos também a louvar a Deus pelo seu amor e a testemunhar o desígnio libertador de Deus no meio dos homens.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível aos projectos de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS
Dia Mundial da Paz
Tema da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes.
Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu “sim” ao projecto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI propôs aos homens de boa vontade que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo.
Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama, que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.
As leituras que hoje nos são propostas exploram, portanto, estas diversas coordenadas. Elas evocam esta multiplicidade de temas e de celebrações.
Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada e recorda-se que a sua bênção nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, a liturgia evoca, outra vez, o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe “abbá” (“papá”).
O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que se tornou realidade plena no nosso mundo através de Jesus) provoca alegria e felicidade naqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os marginalizados. Convida-nos também a louvar a Deus pelo seu amor e a testemunhar o desígnio libertador de Deus no meio dos homens.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível aos projectos de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Natal do Senhor - Missa do Dia – Ano B – 25/12/2014
A liturgia deste dia convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na encarnação de Jesus… Ele é a “Palavra” que se fez pessoa e veio habitar no meio de nós, a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de “filhos de Deus”.
A primeira leitura anuncia a chegada do Deus libertador. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao seu Povo uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria, o desalento pela esperança.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projeto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/"Palavra" é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.
Natal do Senhor - Missa da Vigília - Ano B - 24/12/2014
A primeira leitura anuncia a chegada de “um menino”, da descendência de David, dom de Deus ao seu Povo; esse “menino” eliminará a guerra, o ódio, o sofrimento e inaugurará uma era de alegria, de felicidade e de paz sem fim.
O Evangelho apresenta a realização da promessa profética: Jesus, o “menino de Belém”, é o Deus que vem ao encontro dos homens para lhes oferecer – sobretudo aos pobres e marginalizados – a salvação. A proposta que Ele traz não será uma proposta que Deus quer impor pela força; mas será uma proposta que Deus oferece ao homem com ternura e amor.
A segunda leitura lembra-nos as razões pelas quais devemos viver uma vida cristã autêntica e comprometida: porque Deus nos ama verdadeiramente; porque este mundo não é a nossa morada permanente e os valores deste mundo são passageiros; porque, comprometidos e identificados com Cristo, devemos realizar as obras d’Ele.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Advento de Jesus .
O Advento é um dos tempos do Ano Litúrgico e pertence ao ciclo do Natal. A liturgia do Advento caracteriza-se como período de preparação, como pode-se deduzir da própria palavra advento que origina-se do verbo latino advenire, que quer dizerchegar. Advento é tempo de espera d’Aquele que há de vir. Pelo Advento nos preparamos para celebrar o Senhor que veio, que vem e que virá; sua liturgia conduz a celebrar as duas vindas de Cristo: Natal e Parusia. Na primeira, celebra-se a manifestação de Deus experimentada há mais de dois mil anos com o nascimento de Jesus, e na segunda, a sua desejada manifestação no final dos tempos, quando Cristo vier em sua glória.O tempo do Advento formou-se progressivamente a partir do século IV e já era celebrado na Gália e na Espanha. Em Roma, onde surgiu a festa do Natal, passou a ser celebrado somente a partir do século VI, quando a Igreja Romana vislumbrou na festa do Natal o início do mistério pascal e era natural que se preparasse para ela como se preparava para a Páscoa. Nesse período, o tempo do Advento consistia em seis semanas que antecediam a grande festa do Natal. Foi somente com São Gregório Magno (590-604) que esse tempo foi reduzido para quatro domingos, tal como hoje celebramos.
Um dos muitos símbolos do Natal é a coroa do Advento que, por meio de seu formato circular e de suas cores, silenciosamente expressa a esperança e convida à alegre vigilância. A coroa teve sua origem no século XIX, na Alemanha, nas regiões evangélicas, situadas ao norte do país. Nós, católicos, adotamos o costume da coroa do Advento no início do século XX. Na confecção da coroa eram usados ramos de pinheiro e cipreste, únicas árvores cujos ramos não perdem suas folhas no outono e estão sempre verdes, mesmo no inverno. Os ramos verdes são sinais da vida que teimosamente resiste; são sinais da esperança. Em algumas comunidades, os fiéis envolvem a coroa com uma fita vermelha que lembra o amor de Deus que nos envolve e nos foi manifestado pelo nascimento de Jesus. Até a figura geométrica da coroa, o círculo, tem um bonito simbolismo. Sendo uma figura sem começo e fim, representa a perfeição, a harmonia, a eternidade.
sábado, 8 de novembro de 2014
Dedicação da Basílica do Latrão . Festa
Reflexão
O templo deve nos levar à reflexão sobre a realidade da morada de Deus entre os homens e a importância dessa morada. É claro que reconhecemos a presença de Deus nos nossos templos e sempre nos encontramos com ele, seja na visita ao Santíssimo Sacramento ou na participação nas diversas celebrações litúrgicas. Mas também devemos nos lembrar que o verdadeiro templo de Deus é aquele formado de pedras vivas e que tem como alicerce o próprio Jesus. Portanto, de nada adiante para nós uma religião que valoriza a presença de Deus nos templos materiais construídos por mãos humanas, construção essa muitas vezes marcadas pelo pecado e pela iniqüidade, e não valorizarmos os verdadeiros templos, ou seja, os nossos irmãos e irmãs.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Solenidade de todos os Santos e Santas
A solenidade de todos os Santos e Santas e a comemoração de todos os fiéis Defuntos espontaneamente elevam nosso pensamento e nosso coração para lá onde, também nós, um dia, estaremos. Trazemos em nosso íntimo, no mais profundo do nosso ser, o desejo do céu, e de sermos felizes.
A liturgia de ambas as celebrações é um convite a fixarmos demoradamente nosso coração nas “coisas do alto”, onde se encontra a verdadeira felicidade (cf. Cl 3, 2). Deus é a Felicidade. A plenitude da felicidade acontece na contemplação de Deus face a face, na conquista da vida eterna: “Esta é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste” (Jo 17, 3).
Não basta sentir saudade de Deus, não basta ter saudade do céu. Não basta experimentar o desejo de ir para o céu. É preciso algo mais. Ao longo de nossa peregrinação de volta para a Casa do Pai, é necessário ter a coragem de usar bem a nossa liberdade. A liberdade deve ser uma conquista diária para o bem. A todo instante somos convidados a fazer o mal e solicitados a praticar o bem.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Novembro: chamados a sermos santos, conformando-nos a Cristo Senhor Rei do Universo
Nesse mês a liturgia da Igreja inicia suas celebrações com a festa de todos os santos. Esses se santificaram seguindo a Jesus Cristo, o Senhor e Rei do Universo e da História, dentro das suas condições humanas de sobrevivência. Cada santo, homem ou mulher, criança ou adulto, pobre ou rico, negro, branco ou de qualquer raça e etnia, se destacaram para a Igreja e para a sociedade através de um assumir sua condição humana, em meio a dificuldades e limitações que encontraram na sua coragem e determinação uma realidade concreta de superação e vitória sobre o pecado.Trata-se de uma determinação que favorece a pessoa humana de saltar do abstrato para o concreto, tornando Jesus Cristo seu caminho, verdade e vida, como o próprio mestre se declarou para a humanidade no intuito de ser a direção a ser seguida para a salvação em todos os lugares, culturas e tempos, e é por isso que podemos entender que nos santificamos em Cristo, quando nos conformamos a Ele, e como tal assumimos nossa Cruz e o seguimos.Assim, Jesus Cristo, o Senhor da história se torna um caminho histórico para todos os nossos chamados `a santidade, de modo a podemos fazer Dele nossa marca existencial, como empenho-resposta de anteciparmos a realidade escatológica, de desejarmos antecipar o paraíso celeste, como nossa resposta de busca de santidade que pretende transformar a sociedade e o mundo como um todo, ou seja, construindo um paraíso terrestre. Esta é a missão de santificar a existência, como um sinal de vida nova, aliás esta é a missão da ação Igreja agindo no mundo in persona Christi . No dia seguinte, a liturgia reserva aos defuntos a memória celebrada que visa mostrar não só o destino natural biológico de todo ser humano, mas sobretudo ressaltar que a morte foi vencida pela vida, ou seja, que a Ressurreição de Cristo abriu a todos as portas da ressurreição. Essa realidade teológica nos enche de esperanças para não só aliviarmos as dores das saudades daqueles que amamos e que já partiram de nosso convívio, como também nos incluirmos no convívio eterno com nosso Criador, que nos destina a eternidade como o lugar da realização da felicidade plena.Mesmo sendo um dia em que nossa sensibilidade, de um modo coletivo assimila uma tristeza por conta das nossas razões psicológicas em lidarmos com a separação e perda, a certeza da eternidade e da acolhia por Deus, transforma a celebração dos defuntos em celebração da esperança e da alegria ao nos reconfirmar que Cristo nos abriu com sua Ressurreição a possibilidade de também ressuscitarmos com Ele, recordando-nos que todos os viventes um dia, de acordo com o desejo do Criador, a Ele se juntarão.Enfim, o mês de novembro termina com a celebração da solenidade Daquele que coroa toda a vida da liturgia, o princípio e o fim da nossa razão de celebrarmos a glória de Deus: Jesus Cristo o Rei do Universo. Esta solenidade marca o fim de um ano litúrgico e ao mesmo tempo abre um novo ano para a liturgia, reconhecendo em Jesus Cristo a centralidade da vida litúrgica e da história humana. E assim, marcamos com o início de um novo ano litúrgico a cristocentralidade do nosso celebrar, a partir das próprias colocações do mestre que nos afirma: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, o princípio e fim de todas as coisas”. Novembro: chamados a sermos santos, conformando-nos a Cristo Senhor Rei do Universo.Nesse mês a liturgia da Igreja inicia suas celebrações com a festa de todos os santos. Esses se santificaram seguindo a Jesus Cristo, o Senhor e Rei do Universo e da História, dentro das suas condições humanas de sobrevivência. Cada santo, homem ou mulher, criança ou adulto, pobre ou rico, negro, branco ou de qualquer raça e etnia, se destacaram para a Igreja e para a sociedade através de um assumir sua condição humana, em meio a dificuldades e limitações que encontraram na sua coragem e determinação uma realidade concreta de superação e vitória sobre o pecado.Trata-se de uma determinação que favorece a pessoa humana de saltar do abstrato para o concreto, tornando Jesus Cristo seu caminho, verdade e vida, como o próprio mestre se declarou para a humanidade no intuito de ser a direção a ser seguida para a salvação em todos os lugares, culturas e tempos, e é por isso que podemos entender que nos santificamos em Cristo, quando nos conformamos a Ele, e como tal assumimos nossa Cruz e o seguimos.Assim, Jesus Cristo, o Senhor da história se torna um caminho histórico para todos os nossos chamados `a santidade, de modo a podemos fazer Dele nossa marca existencial, como empenho-resposta de anteciparmos a realidade escatológica, de desejarmos antecipar o paraíso celeste, como nossa resposta de busca de santidade que pretende transformar a sociedade e o mundo como um todo, ou seja, construindo um paraíso terrestre. Esta é a missão de santificar a existência, como um sinal de vida nova, aliás esta é a missão da ação da Igreja agindo no mundo in persona Christi . Esta solenidade marca o fim de um ano litúrgico e ao mesmo tempo abre um novo ano para a liturgia, reconhecendo em Jesus Cristo a centralidade da vida litúrgica e da história humana. E assim, marcamos com o início de um novo ano litúrgico a cristocentralidade do nosso celebrar, a partir das próprias colocações do mestre que nos afirma: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, o princípio e fim de todas as coisas”.
D. Robson Medeiros Alves OSB
Prior do Mosteiro de São João Gualberto
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Outubro - Mês Missionário
Uma vez, ao chegar próximo de uma árvore frutífera, avistei uma única fruta, bem no alto do pé. Fiquei planejando como poderia colher aquela fruta. Se tentar derrubar com pedras quebraria-a e a estragaria. Se derrubasse com uma vara comprida ela poderia ficar no interior da árvore, presa entre os espinhos. Se tentasse subir para apanhá-la, poderia então me machucar. Entendi que precisava planejar a melhor estratégia para poder usufruir do sabor da fruta sem danificá-la e também sem me machucar.
Escrevo isto para introduzir a reflexão sobre o mês de outubro, mês missionário. Muitas vezes a nossa vontade é de quando chega o mês missionário nos embrenhar na missão, justamente porque a primeira impressão é do que o mundo precisa. Mas o mundo é igual a uma árvore, ao mesmo tempo em que tem frutos, tem também espinhos. Se nos embrenharmos com muita pressa para chegar ao fruto vamos sem dúvida nos machucar e nem perto vamos chegar.
Este mês, deve ser um mês motivador para que assumamos o nosso papel de cristão missionário, seja na nossa família, comunidade e ou sociedade. Porém, este mês não deve ser somente de ação, deve ser também de reflexão. Pois, para sermos missionários não precisamos percorrer grandes distâncias. Ser missionário é fazer a difícil viagem de sair de si, e ir ao encontro do outro, do novo, do diferente como em busca da fruta saborosa. É preciso pensar, planejar, ver a maneira de agir sem que os frutos sejam estragados ou que sejamos machucados pelos espinhos. E isso exige de nós uma abertura pessoal e comunitária para responder aos desafios de ser missionário.
Assumir os desafios e o compromisso de ser missionário é ter a missão não somente de levar algo, mas também de descobrir. Não somente de dar, mas receber. Não somente conquistar, mas partilhar e buscar juntos sempre a verdade em Cristo através de nossos gestos, atitudes e atos. A missão nos permite criar novos laços, novas relações, um novo jeito de olhar a vida, um novo jeito de ser igreja.
Ser missionário é um compromisso de toda a comunidade que vive e transmite a sua fé. “Nenhuma comunidade cristã é fiel à sua vocação se não é missionária”.
"Ao irem pelo mundo, não discutam, nem porfiem com palavras, nem façam juízo de outrem, mas sejam mansos, pacíficos, modestos, afáveis e humildes, tratando a todos honestamente, como convém” (S. Francisco).
Pe Jalmir - Missionário do Sagrado Coração em Cuiabá no Mato Grosso
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